Começamos as buscas por Kombis. Início de 2014. Eu ainda estava trabalhando, mas já estávamos planejando, e procurando, o que não era tão difícil, já que a internet foi de grande ajuda.
Kombi em si era até fácil achar. Antigas? Nem tanto. Baratas? Em bom estado? Aí complicou bastante, já que se tivéssemos que ir buscar em outras cidades/estados acabaria saindo caro demais. Entramos em contato com alguns, mas nada de promissor.
Achamos uma em Joaçaba. Verde, linda, estava toda reformada já, por $6.300. Marcamos para ir dar uma olhada, só que durante a semana entramos no facebook do indivíduo e descobrimos que ela já havia sido vendida.
Voltamos a procura, e encontramos uma em Indaial, por $12.000, que podiam até virar $10.000. Reformada também, toda preta. E vinha mais uma junto ainda, mas sem motor, nem nada. Começamos a planejar empréstimos ou meu possível acerto para podermos ir buscá-la. Como nada foi resolvido, deixamos essa ideia um pouco de lado. Demos um tempo na procura. Nesse intervalo, fui demitido. Com o acerto, eu já queria pegar uma Kombi e sair rodar. Mas, no mesmo dia da demissão encontrei meu pai, que estava querendo abrir um mercado. Fizemos uma sociedade então, e lá se foram meus planos. Adiados novamente. O restante do dinheiro que sobrou iria pra isso daí, já estava certo.
Retomamos a empreitada. Nada de muito interessante ou que já não tivéssemos visto. Achamos algumas aqui na cidade também, mas não nos interessamos.
Quando teve a 2ª exposição de carros antigos que o negócio mudou. Na verdade, esperávamos muitas Kombis, como na edição anterior, mas nossas expectativas não foram correspondidas.
Porém, uma delas, no 2º dia, estava anunciado-se a venda, e no dia seguinte entramos em contato.
Como era daqui mesmo, ficou mais fácil, e no final de semana iríamos vê-la. Fomos, o casal é gente boa, a Kombi estava bem cuidada, conservada. Conversamos e entramos num acordo. Pensamos bem durante a semana e 7 dias depois, fechamos negócio.
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