sábado, 23 de agosto de 2014

Novos limpadores

Tudo começou no primeiro dia que saímos com a Efigênia, onde roubaram o único limpador de pára-brisas que nós tínhamos. Agora tinha mais um item para a nossa lista de faltas e olha que essas coisas são difíceis de se encontrar por causa do modelo ser antigo.
Então dia 8 de Agosto meu pai me liga dizendo que tinha um presente para a Kombi. Como ela estava sem bateria não tivemos como ir buscar, mas no sábado (9) ele apareceu no mercado com dois belos limpadores.
Chegamos em casa e fomos colocá-los... falhamos hahaha
Conversando com o antigo dono, descobrimos como tinha que fazer e deu certo (no lado esquerdo).
Pelo menos agora nossa garota está com um lindo e novo limpador.
Riscando um item da lista!! PRÓXIMO ITEM: BATERIA

quinta-feira, 21 de agosto de 2014

A Novela - Capítulo II

 Passamos uns dias depois e o orçamento estava pronto. E estava caro, mas tínhamos que arrumá-la, então fomos atrás de dinheiro para a entrada, já que não conseguimos parcelar o valor. Demos metade e o resto ficou pra quando ela estivesse pronta. A gente passava pela frente quase sempre para vê-la, e fomos até lá pra ver como estava o andamento do serviço. Na verdade, eles demoraram bastante, já que a mecânica dela é bem complicada. Nós chegamos a ter em mãos o dinheiro para efetuar o pagamento, mas devido à demora e a alguns imprevistos, acabamos nos desfazendo dele, e agora nós até esperaríamos se fosse demorar mais um tempo, e demorou.
 Eles não acharam os cilindros dianteiros e tiveram que ir atrás de alguém que fizesse só os reparos, e isso geraria uma mudança no orçamento e assim foi feito, já que era a única saída.
 E os dias se passaram...

sexta-feira, 8 de agosto de 2014

A Novela - Capítulo I

Depois de dois dias andando com ela, decidimos levá-la numa mecânica, o que devíamos ter feito primeiro já que o cilindro mestre havia sido trocado e não tinha sido sangrado as quatro rodas, o óleo era o velho ainda, e outras coisinhas assim...
 No dia em que iríamos levá-la, o pátio estava com lama ainda, e até conseguirmos sair com ela, ela deixou as marcas dos pneus em boa parte do quintal, girando 180º até firmarmos ela e transpassar o portão. Ela caiu numa valeta e ali demorou mais. A Dio subiu no pára-choque, balançou, mas não adiantou. Então eu pedi pra ela vir no volante que eu empurrava. Ela já foi pisando lá embaixo fazendo o pneu esfumacear, enquanto eu empurrava ela pra frente, até que finalmente a Efigênia  sai da valeta, só que como a "pezinho de chumbo" não soltou do acelerador, ela continuou a andar, e eu aos gritos pra ela frear, mas não foi possível evitar o atropelamento da caixa de areia. A Dio já ficou de cara fechada e saiu braba, dizendo que não ia mais dirigir. Entrei de novo, manobrei mais um tanto e saímos. A mecênica é bem perto da casa, então pedimos um orçamento e deixamos a Efigênia lá mesmo...

sexta-feira, 1 de agosto de 2014

Vivendo e tentando aprender

A chuva não parou, então no outro dia eu fui de Kombi também. Saí de manhã e dessa vez sozinho, mas foi uma ida e volta tranquila, tirando que a Efigênia deu umas patinadas pra sair do patio. Voltei, estacionei ela pra fora, onde, acreditei eu, não iria atolar nem nada. Almoçamos e embarcamos de novo rumo ao mercado. Demoramos um bocado pra conseguir sair, pois ela atolou de novo, e lidamos algum tempo até ela sair do barro. Nós íamos passar na casa de um casal amigo nosso, pois a Dio tinha que falar com eles. Tudo bem, fomos. Continuamos nosso trajeto, pegamos uma subida longa..... Ela não é íngreme, mas é bastante comprida. Durante a subida escutamos um barulho de lata batendo. Diminuí um pouco a velocidade, olhamos para trás dela, e nada, e continuamos a subir pensando no que seria, quando o carro de trás começa a dar sinal de luz pra gente, logo, alguma coisa ela viu. Nós chegamos a pensar que poderia ser uma das tampas traseiras, que estão realmente batendo, mas quando ela parou do e lado e falou que era a calota que tinha saído, agradecemos e nos olhamos não acreditando no que estava acontecendo com a gente logo no segundo dia com ela... A Dio desembarcou e tentou localizar a calota desaparecida, não conseguindo nada à primeira vista. Eu fui voltando pra trás devagar tentando recordar depois de onde tínhamos escutado o tal barulho de lata. A Dio desceu mais um pouco e conseguiu achá-la. Guardamos. Liguei ela novamente e ao passar as marchas senti que ela estava ''pifando'', perdendo as forças... reduzi à primeira e mudei de novo, voltando o problema. Eu nem sei mais o que a gente pensou que podia ser, mas seguimos assim terminando o último pedaço do morro. Esse último pedaço é um desvio, devido às obras que estão se seguindo na BR. Estão fazendo um viaduto, então, os caminhos por ali estão.... Digamos complicado... Delicado...... Não sei, mas é por aí....haha
 Viramos na mão que está só subindo por enquanto, e na parada pra ver se vinha algum carro ela tossiu mais ainda. A Dio sugeriu que eu parasse do lado, num pedaço que está sem trânsito para ver o que era, mas eu não parei e continuamos, mais lentos do que o normal. Já estávamos quase chegando ao mercado, então lá a gente via o que era, mas nem precisou. Deduzimos o problema na hora que ela parou, na BR, fazendo uma fila enorme atrás e quase trancando a passagem ao lado, já que estávamos quase no início da construção. Se fosse um pouquinho mais pra frente, todo mundo ia ter que esperar, mas como o espaço do lado ainda era grande, eles foram passando por ali, enquanto nós pegávamos nosso galãozinho de gasolina, nossa mangueirinha, e fazíamos a passagem do líquido. Um mínimo desvio de rota, não bateu as contas de km/L que ela aproximadamente faz. Kombi é dureza amigo, por isso temos dois galões... hehe
 Gasolina colocada, problema resolvido. Sem mais relatos desse dia, e também desse jeito, nem precisa.....

sexta-feira, 25 de julho de 2014

Rodando de calcinha

 - Primeiro dia rodando com ela -
Dormimos lá na minha casa, precisávamos ir atrás de algumas coisas para o mercado, inclusive produtos, então saímos de manhã. O tempo já estava fechado e resolvemos que iríamos inaugurá-la. Fizemos nossas coisas e fomos pra casa da Dio. Demos uma volta de reconhecimento no quarteirão e correu tudo dentro dos conformes. (Ah, que sensação maravilhosa de poder dirigir uma Kombi, não tem igual). Depois do almoço voltamos lá em casa pegar uns garrafões e afins para aproveitar o transporte. Começou a chuva no caminho, mas isso não foi problema. Na verdade, foi a coisa de menor gravidade que aconteceu. Chegamos ao destino, estacionamos, e houve uma espera de sete horas para a volta pra casa.
 Já era noite, embarcamos, a ligamos, girei o botão do limpador de pára-brisas e nada. Já fiquei puto por ter estragado na 1ª saída. De qualquer forma, fomos embora. Iríamos passar na casa da Fia, como ela não estava seguimos pra casa, mas resolvemos parar porque achamos que a luz estava fraca demais. A Dio saiu, olhou... Tudo certo, apontei para o limpador e ela disse que não estava lá, e realmente, levaram nosso único limpador. Bom, teremos que ir atrás de dois agora.....
 Bati a chave: nada. Olhei pra conferir se estava tudo certo: estava. Bombei o acelerador, bati de novo e nada. Descemos, olhamos o motor, tudo em ordem - até onde nosso mínimo conhecimento de mecânica mostrava. A principal suspeita era a bateria. O pai da Dio ligou pra ela pra saber onde a gente tava e acabou indo até nós, mas não tinha nada a se fazer. Ligamos para os ex-donos dela, afinal ele lidou e lida ainda com Kombi (s). Chegaram com as ferramentas, e era a bateria mesmo. Os amperes dela são baixos, e é aconselhado ligar ela primeiro, depois o resto, no caso as luzes. Pronto, informação passada e problema resolvido. Abaixo de chuva, só pra constar.
 Finalmente chegamos em casa, sãos e salvos, e de resto tudo certo.
 Nada mal para o primeiro dia, não acham?

quarta-feira, 23 de julho de 2014

Desventuras em série

 Muitas 'desventuras' já aconteceram conosco. Isso que faz pouco tempo que estamos com ela. Durante esses dias, já perdemos a calota (a recuperamos), ficamos sem gasolina em uma BR na chuva, já atolamos muitas vezes, já ficamos sem bateria (também na chuva)...
 Até pra sair de casa às vezes é uma aventura, haha.
 Isso é bom, principalmente por sermos jovens e ter um problema o qual só depende de nós resolver nos torna mais maduros, mais espertos e prevenidos.
 Uma dica pra você que quer comprar uma Kombi antiga: Esteja preparado e leve sempre um galão de gasolina.
 Não entre em pânico!!

segunda-feira, 21 de julho de 2014

Efigênia

Ela é azul e branca, é de 74 e hoje é o grande amor da nossa vida. Já faz um mês que estamos com ela e antes mesmo de fecharmos o negócio já começamos uma lista de possíveis nomes... Queríamos um nome meio nonsense,  psicodélico ou que lembrasse isso.
Fizemos uma lista que foi desde "Alice ou Dorothy" até "Absolem ou Mary Jane ( não a namorada do Homem Aranha)" mas nenhum deles nos agradou realmente e nem tinha muito a ver com a nossa Kombi.
Eis que nós estávamos conversando e eu lembrei da nossa amiga Efigênia que é da mesma cia de teatro do Glaykom e ai fechou perfeitamente. A Efigênia é uma pessoa mais que demais, é a dona do abraço mais sincero que eu já recebi, e quer o que mais 'nonsense' do que teatro ? hahaha
Enfim essa foi a nossa escolha, estamos muito satisfeitos com ela e digam se nossa garota não tem cara de Efigênia?
Bom mesmo é saber que o carinho que a Fia tem pela gente sempre estará fazendo companhia por todo o nosso itinerário.