Acho que não foi dito ainda aqui, mas a Efigênia tem uma irmã de garagem: Eleonor - a moto, 150c, 2007, preta. Ela é mais nova que a Efigênia mas está há mais tempo conosco, por isso temos um grande apreço por ela também.
Pois bem, eu sou contra - entre outras - nosso sistema de trânsito e política do mesmo, mas ainda assim para evitar maiores problemas, procuro estar sempre em dia com os documentos e tudo mais, para poder rodar tranquilamente.
O fato é que nós estávamos discutindo se subíamos pro mercado de moto ou de kombi, já que o tempo estava com cara de chuva. Optamos pela moto. Fizemos uma outra rota já que tínhamos que passar na farmácia. Seguindo então o trajeto nos deparamos com uma viatura da dittesc* num trevinho que dá pra uma mão-única. Eles seguraram, então nós passamos a frente, paramos na esquina e no semáforo que se seguiam corretamente, e mais adiante, atrás de uma fila eles encostam do lado e pedem pra gente parar. Paramos. Como estava tudo certo, não haveria problema, pensei. Até que eles consultaram o documento da Eleonor e estava atrasado. Acontece que, de fato eu havia pagado tudo certo, mas direto no banco não dei entrada na delegacia. Aí o problema. Sem negociação com os guardin.... digo, com os agentes, levamos uma multa e esperamos pacientemente pelo guincho. O agente, sem identificação na farda, mas a meu pedido depois se apresentou como Maurício, estava nos sugerindo para irmos à um despachante que eles faziam o serviço rápido. Há.... Claro, com aquele custo básico que existe em tudo, enfim.....
Mas como a Fia trabalha na delegacia fomos até lá pra ela nos socorrer. Depois de tomarmos uma cerveja, claro.
Chegando lá, ela nos priorizou e fez o favorzão de imprimir na hora o documento. Pronto, documento em dia.
Mesmo que fosse só imprimir, isso levaria, no mínimo um dia, e eu não sei se tem alguma taxa, que é provável que tenha. Então, obrigado Efigênia.
Saímos da delegacia direto para o escritório da dittesc pegarmos a autorização pra a retirada dela do Marcão (guincho). Meu pai buscou a gente e nos levou até lá. Tudo isso acho que demorou menos do que a demora do guincho pra chegar lá antes, e a Eleonor não ficou nem duas horas naquele maldito pátio..... De qualquer forma: prejuízo: R$ 89,00. Pagamos o resgate, recuperando-a, e finalmente concluímos a chegada ao mercado. O dia seguiu bem depois desse começo de tarde interminável.
*DITTESC: Diretoria de Trânsito, Transporte e Segurança de Caçador.
terça-feira, 20 de janeiro de 2015
terça-feira, 23 de dezembro de 2014
Dia ruim!
Ontem (22) fomos trabalhar de Kombi e estava tudo normal.
Chegou a hora de ir para casa, o Glaykom pegou a Kombi, estacionou na porta do
mercado, entrei e fomos colocar combustível. O caminho para casa estava
tranquilo até o momento em que passamos do trevo de Rio das Antas e subimos
sentido Sincol. Acabamos perdendo a direção e caindo em uma valeta no canto da
estrada. Caí pra fora da Kombi mas não senti nada no momento e o Glaykom não se
machucou. A minha preocupação naquela hora era tirar ela dali. Ligamos para o
pai do Glaykom e ele veio nos socorrer (como sempre), chamei também uma amiga
que estava por perto e ela e o namorado vieram ajudar.
Tiramos a Efigênia de lá e fomos pra casa. Não me machuquei
muito, só sinto dor nas pernas, no braço direito e no peito quando respiro. A
Efigênia ficou com a porta do passageiro torta, com um amassado perto da roda traseira
direita, uma calota amassou e o para choque também ficou torto, mas nada de tão
grave.
Fiquei boa parte da noite me perguntando como isso aconteceu
e ainda não achei uma resposta, também fiquei com um pouco de medo de sair com
ela de novo e realmente não vai dar pra sair enquanto não consertarmos a porta,
pois agora ela não fecha direito.
Nesse momento a Efigênia precisa de um banho e alguns
consertinhos. E nós precisamos arrumar outro meio de transporte, porque dessa
vez a Kombi vai ficar parada por um tempinho.
quarta-feira, 5 de novembro de 2014
Esclarecimento (e agradecimento!)
Primeiramente, agradecemos as mais de mil visualizações que tivemos. Esperamos que vocês continuem nos acompanhando.
O nosso fluxo de postagens parou porque estamos "sem internet".
Assim que for possível, voltaremos a postar regularmente.
Obrigado.
O nosso fluxo de postagens parou porque estamos "sem internet".
Assim que for possível, voltaremos a postar regularmente.
Obrigado.
quinta-feira, 2 de outubro de 2014
1ª Virada do Rock! - Domingo
Dormimos da 3 às oito da manhã e não tinha mais como dormir. Levantamos e... TÉDIO!
Perdemos uma fogueira na madrugada e as peripécias do Rafael apanhando de garotas e se mijando na barraca do Thyago.
Como o acampamento não foi organizado pelo pessoal da Virada nós não tínhamos nada pra fazer nesse grande intervalo até começarem as bandas de domingo.
Fica aqui a nossa dica pro pessoal da organização da Virada do Rock: Fazer a virada num lugar particular onde o camping possa ser no mesmo lugar que os shows e que tenham oficinas (de teatro, dança, pintura, etc) que ocupem os intervalos dos shows. Claro que não precisa (nem deve) ser gratuito para que possa ser feito mais coisas no evento.
Almoçamos com a ajuda de outros vizinhos de Curitiba e Xanxerê que nos cederam água quente para prepararmos nossos Cup Noodles. Passado um tempo o Thyago foi embora e logo nós também fomos.
Mas antes fomos levar o Rafael para casa e na volta a nossa amada Efigênia resolveu ficar afogada, logo na subida do desvio haha
Parece que ela não sabe fazer toda a viagem sem nos fazer passar por algo.
O Glaykom tentou fazer ela pegar no "tranco" mas não deu certo, um senhor tentou ajudar e também não conseguiu. Ligamos pro sogrão e ele conseguiu fazer ela funcionar.
Voltamos para a casa do Glaykom, tomamos um café e Virada novamente.
Assistimos o final da banda Don Corleone e parte do Pigs and Diamonds .
O cansaço era grande demais e não chegamos a ver o final. Voltamos para a minha casa e... cama!
Nosso primeiro festival juntos foi cansativo mas valeu!
Kombi da banda Pigs & Diamonds
Perdemos uma fogueira na madrugada e as peripécias do Rafael apanhando de garotas e se mijando na barraca do Thyago.
Como o acampamento não foi organizado pelo pessoal da Virada nós não tínhamos nada pra fazer nesse grande intervalo até começarem as bandas de domingo.
Fica aqui a nossa dica pro pessoal da organização da Virada do Rock: Fazer a virada num lugar particular onde o camping possa ser no mesmo lugar que os shows e que tenham oficinas (de teatro, dança, pintura, etc) que ocupem os intervalos dos shows. Claro que não precisa (nem deve) ser gratuito para que possa ser feito mais coisas no evento.
Almoçamos com a ajuda de outros vizinhos de Curitiba e Xanxerê que nos cederam água quente para prepararmos nossos Cup Noodles. Passado um tempo o Thyago foi embora e logo nós também fomos.
Mas antes fomos levar o Rafael para casa e na volta a nossa amada Efigênia resolveu ficar afogada, logo na subida do desvio haha
Parece que ela não sabe fazer toda a viagem sem nos fazer passar por algo.
O Glaykom tentou fazer ela pegar no "tranco" mas não deu certo, um senhor tentou ajudar e também não conseguiu. Ligamos pro sogrão e ele conseguiu fazer ela funcionar.
Voltamos para a casa do Glaykom, tomamos um café e Virada novamente.
Assistimos o final da banda Don Corleone e parte do Pigs and Diamonds .
O cansaço era grande demais e não chegamos a ver o final. Voltamos para a minha casa e... cama!
Nosso primeiro festival juntos foi cansativo mas valeu!
Kombi da banda Pigs & Diamonds
sábado, 27 de setembro de 2014
1ª Virada do Rock! - Sábado
Aconteceu na nossa cidade a 1ª Virada do Rock nos dias 13 e 14 de Setembro e esse foi o nosso primeiro festival junto com nossa Kombi azul calcinha!!!
Havíamos nos preparados a semana toda pois precisávamos de uma bateria para a Efigênia. Esse problema foi resolvido noa sexta e no sábado a tarde nós fomos até o acampamento.
Tínhamos combinado de levar bebidas para vender lá mas descobrimos logo na chegada que isso não seria possível pois já tinha uma vendinha lá.
Chegamos no acampamento, demos uma volta para o pessoal conhecer a Efigênia e nos acomodamos num lugar próximo a uma árvore. Nosso amigo Thyago chegou logo em seguida, estacionou sua moto Sophia perto de nós e montou sua barraca ao lado da Efigênia.
Logo chegou um rapaz da organização e falou que não poderíamos deixar a Kombi ali pois aquele espaço era só para barracas e que o estacionamento era logo embaixo.
Questionamos pois a Kombi é a nossa barraca e ele não nos respondeu nada. haha
Vê se tem cabimento isso, mas tudo bem! Continuamos ali!
Começou o show da primeira banda mas nós continuamos no acampamento. Chegaram uns rapazes de Blumenau e os meninos dividiram umas cervejas com eles. Nossos vizinhos eram de Concórdia, chamaram a gente pra trocar uma ideia e nos apresentaram o hidromel.
Passaram-se dois show e então decidimos ir assistir os próximos, chegamos no final do show da banda Soultherm que toca muito bem por sinal.
Depois vieram as bandas Psyco Jack, Bonny Head, Tinto Seco, Velho Cão e a melhor de todas pra fechar a noite com chave de ouro Casa das Máquinas.
As bandas daqui sempre me decepcionam um pouco, tirando Tinto Seco que foi a primeira vez que eu vi e eles são bons.
As outras bandas vem sempre com o mesmo repertório o que faz com que a gente já saiba o que vai ouvir e acabam caindo na mesmice. Enfim, esqueçam todas as bandas pois o melhor show da noite foi o do Casa. Eu amo Casa das Máquinas e eles não me decepcionaram. São amáveis e sabem agradar o publico, tocaram as melhores músicas e me conquistaram ainda mais quando tocaram Stress que é a primeira música que eu ouvi do Casa das Máquinas aos 6 anos de idade.
O show terminou às 3 da manhã.
Esse foi um dos melhores dias da minha vida!
Continua...
Havíamos nos preparados a semana toda pois precisávamos de uma bateria para a Efigênia. Esse problema foi resolvido noa sexta e no sábado a tarde nós fomos até o acampamento.
Tínhamos combinado de levar bebidas para vender lá mas descobrimos logo na chegada que isso não seria possível pois já tinha uma vendinha lá.
Chegamos no acampamento, demos uma volta para o pessoal conhecer a Efigênia e nos acomodamos num lugar próximo a uma árvore. Nosso amigo Thyago chegou logo em seguida, estacionou sua moto Sophia perto de nós e montou sua barraca ao lado da Efigênia.
Logo chegou um rapaz da organização e falou que não poderíamos deixar a Kombi ali pois aquele espaço era só para barracas e que o estacionamento era logo embaixo.
Questionamos pois a Kombi é a nossa barraca e ele não nos respondeu nada. haha
Vê se tem cabimento isso, mas tudo bem! Continuamos ali!
Começou o show da primeira banda mas nós continuamos no acampamento. Chegaram uns rapazes de Blumenau e os meninos dividiram umas cervejas com eles. Nossos vizinhos eram de Concórdia, chamaram a gente pra trocar uma ideia e nos apresentaram o hidromel.
Passaram-se dois show e então decidimos ir assistir os próximos, chegamos no final do show da banda Soultherm que toca muito bem por sinal.
Depois vieram as bandas Psyco Jack, Bonny Head, Tinto Seco, Velho Cão e a melhor de todas pra fechar a noite com chave de ouro Casa das Máquinas.
As bandas daqui sempre me decepcionam um pouco, tirando Tinto Seco que foi a primeira vez que eu vi e eles são bons.
As outras bandas vem sempre com o mesmo repertório o que faz com que a gente já saiba o que vai ouvir e acabam caindo na mesmice. Enfim, esqueçam todas as bandas pois o melhor show da noite foi o do Casa. Eu amo Casa das Máquinas e eles não me decepcionaram. São amáveis e sabem agradar o publico, tocaram as melhores músicas e me conquistaram ainda mais quando tocaram Stress que é a primeira música que eu ouvi do Casa das Máquinas aos 6 anos de idade.
O show terminou às 3 da manhã.
Esse foi um dos melhores dias da minha vida!
Continua...
sexta-feira, 19 de setembro de 2014
Bateria
No outro dia fomos ligá-la, e ela não pegou. Pedimos ao vizinho uma ajuda, e fomos atendidos. Ele fez uma chupeta e nos deixou os fios, caso precisássemos futuramente. Já que a gente ia sair, tiramos ela do patio e deixamos lá fora, até a nossa volta, que levaria algumas poucas horas somente, Na volta, para colocá-la de volta na garagem ela já não ligou de novo, Na semana seguinte, estávamos sem moto, e o pai nos levou até a casa da Dio, e aproveitando a oportunidade, fizemos mais uma chupeta na Efigênia, mas dessa vez demos uma volta no quarteirão para forçar ela e carregar a bateria. Fomos almoçar. Quando fomos sair ela teimou em não ligar, e novamente pedimos uma ajuda ao vizinho. Saímos com ela, e ficamos preocupados se ela ligaria pra gente poder voltar pra casa. Felizmente ela pegou. Fomos atrás de dar uma carga na bateria, pra resolver o problema provisoriamente, já que comprar uma nova não estava sendo cogitada no momento. A 1ª Virada do Rock estava se aproximando e estávamos bem afim de ir com ela pra lá.
Dois dias na mecânica pra descobrir que ela já estava muito velha e não conseguia segurar carga...... Agora não havia outra saída: teríamos que correr atrás de uma bateria nova.
Dois dias na mecânica pra descobrir que ela já estava muito velha e não conseguia segurar carga...... Agora não havia outra saída: teríamos que correr atrás de uma bateria nova.
quinta-feira, 4 de setembro de 2014
A Novela - Capítulo III - Final
Depois de alguns dias de idas e vindas da mecânica, eles nos comunicaram que estava tudo pronto. Só tinha um problema: estávamos sem dinheiro, e faltava mais de 15 dias para a próxima parcela do meu seguro. Ficamos uma semana sem ter o que fazer, e quase tivemos que esperar mais ainda. Eu tinha "emprestado" um dinheiro lá pro mercado e não foi fácil de recuperar, mas conseguimos. Fomos lá, pagamos o restante e finalmente tiramos a Efigênia de lá. Foi dada uma carga na bateria, já que ela passou um bom tempo parada, mas acabou não sendo o suficiente....
Mal terminou uma "novela" e já começou outra.....
Mal terminou uma "novela" e já começou outra.....
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