A chuva não parou, então no outro dia eu fui de Kombi também. Saí de manhã e dessa vez sozinho, mas foi uma ida e volta tranquila, tirando que a Efigênia deu umas patinadas pra sair do patio. Voltei, estacionei ela pra fora, onde, acreditei eu, não iria atolar nem nada. Almoçamos e embarcamos de novo rumo ao mercado. Demoramos um bocado pra conseguir sair, pois ela atolou de novo, e lidamos algum tempo até ela sair do barro. Nós íamos passar na casa de um casal amigo nosso, pois a Dio tinha que falar com eles. Tudo bem, fomos. Continuamos nosso trajeto, pegamos uma subida longa..... Ela não é íngreme, mas é bastante comprida. Durante a subida escutamos um barulho de lata batendo. Diminuí um pouco a velocidade, olhamos para trás dela, e nada, e continuamos a subir pensando no que seria, quando o carro de trás começa a dar sinal de luz pra gente, logo, alguma coisa ela viu. Nós chegamos a pensar que poderia ser uma das tampas traseiras, que estão realmente batendo, mas quando ela parou do e lado e falou que era a calota que tinha saído, agradecemos e nos olhamos não acreditando no que estava acontecendo com a gente logo no segundo dia com ela... A Dio desembarcou e tentou localizar a calota desaparecida, não conseguindo nada à primeira vista. Eu fui voltando pra trás devagar tentando recordar depois de onde tínhamos escutado o tal barulho de lata. A Dio desceu mais um pouco e conseguiu achá-la. Guardamos. Liguei ela novamente e ao passar as marchas senti que ela estava ''pifando'', perdendo as forças... reduzi à primeira e mudei de novo, voltando o problema. Eu nem sei mais o que a gente pensou que podia ser, mas seguimos assim terminando o último pedaço do morro. Esse último pedaço é um desvio, devido às obras que estão se seguindo na BR. Estão fazendo um viaduto, então, os caminhos por ali estão.... Digamos complicado... Delicado...... Não sei, mas é por aí....haha
Viramos na mão que está só subindo por enquanto, e na parada pra ver se vinha algum carro ela tossiu mais ainda. A Dio sugeriu que eu parasse do lado, num pedaço que está sem trânsito para ver o que era, mas eu não parei e continuamos, mais lentos do que o normal. Já estávamos quase chegando ao mercado, então lá a gente via o que era, mas nem precisou. Deduzimos o problema na hora que ela parou, na BR, fazendo uma fila enorme atrás e quase trancando a passagem ao lado, já que estávamos quase no início da construção. Se fosse um pouquinho mais pra frente, todo mundo ia ter que esperar, mas como o espaço do lado ainda era grande, eles foram passando por ali, enquanto nós pegávamos nosso galãozinho de gasolina, nossa mangueirinha, e fazíamos a passagem do líquido. Um mínimo desvio de rota, não bateu as contas de km/L que ela aproximadamente faz. Kombi é dureza amigo, por isso temos dois galões... hehe
Gasolina colocada, problema resolvido. Sem mais relatos desse dia, e também desse jeito, nem precisa.....